Projeto Inventividades reúne workshops com foco em Empreendedorismo

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Depois de lermos o livro Desenvolvimento e Empreendorismo Afro-Brasileiro, os dados dos Donos de Negócio no Brasil, o livro Onda Negra, Medo Branco, a pesquisa do Projeto Brasil Afroempreendedor e outras pesquisas, o Desabafo Social cria projeto chamado Inventividades que irá reunir workshops com foco em empreendedorismo.

É importante fazermos os devidos recortes.

GÊNERO

Um estudo do Banco Mundial mostra que as mulheres empreendedoras contribuem substancialmente para o crescimento da economia e para a redução da pobreza no mundo.

  • 200 milhões de empresas foram abertas por mulheres desde 2012, em 83 países.
  • Educação familiar e comunidades são onde as mulheres empreendedoras estão mais dispostas a investir os lucros.
  • 16% é o crescimento do empreendedorismo feminino nos últimos 10 anos, contra 7% dos homens
  • 15,8% das mulheres empreendedoras têm nível superior.
  • 90% das empreendedoras fazem dupla jornada.
  • A igualdade de gênero poderia aumentar em até 25% a produtividade laboral em países em desenvolvimento.

RAÇA

  • Segundo a pesquisa Donos de Negócio no Brasil (2013), do Sebrae, 85% das pessoas negras começaram a trabalhar antes dos 18 anos, 14% de 18 a 24 anos e 1% de 25 anos ou mais.
  • 56% dos afroempreendedores não tem nenhuma instrução;11% têm o fundamental completo; 26% ensino médio; 2% superior incompleto e 4% superior completo.
  • 62% dos afroempreendedores que sustentam suas casas, para os 22% que são casados e para os 17% que têm filhos
  • De acordo com a Pesquisa Nacional sobre o Perfil dos (as) Afroempreendedores (as) do Brasil (2014), 32,7% dos afroempreendedores fizeram formação com o Sebrae. Daqueles que não fizeram 17,6% falaram os valores absurdos dos cursos; 12,6% da falta de tempo, 14,1% por não saber onde encontrar cursos e 47,9% outros motivos.

Assim como todos os projetos e serviços do Desabafo Social, o Inventividades é inspirador (são relatos e trocas de experiências, com pessoas que realmente realizam essas ações), funcional (colocamos a teoria na prática) e acessível (o valor é justo para ambas partes – público e organização).

Para cada workshop, contaremos com um dos nossos parceiros. Entres eles, estão a UNIFACS, Catarse, Kumasi e Tríade Comunicação.

WORKSHOPS

  1. Aprenda com um baleiro a vender sua ideia

Esse workshop poderia se chamar Como elaborar um Pitch ou Como falar em público, mas nada melhor que observar as pessoas do nosso cotidiano e aprender com elas. O baleiro, pessoa que vende doces nos transportes públicos, consegue fazer um pitch e falar em público, muitas vezes, melhor que nós.

O Pitch é uma apresentação curta com objetivo de despertar o interesse da outra parte (investidor, cliente etc) pela sua ideia.

O jornal inglês Sunday Times realizou uma pesquisa com 3000 entrevistados e o medo de falar em público ganha para o medo de morrer. O medo de falar em público ficou em primeiro lugar, com 41%, seguido de 32% pelo medo de altura, 22%, de insetos, 22%, com o medo de ter problemas financeiros, 19%, de doença e apenas 19%, foram atribuídos ao medo da morte.

2. Tire sua ideia do papel com financiamento coletivo

Escrever um projeto para uma plataforma de financiamento coletivo não é tão simples para muita gente. Vamos aprender fazendo? Neste workshop iremos colocar a mão na massa. Por isso, será direcionado para pessoas que já tem um projeto e queiram fazer um financiamento coletivo.

3. Dicas de Marketing Digital

Ter redes sociais não significa que todas pessoas sabem como alavancar seus projetos/negócios nas mídias sociais. Por isso, esse workshop será bastante prático. Vamos dar dicas de ferramentas de marketing digital gratuitas.

4. Design Thinking

Se você desconhece Design Thinking, saiba que não tem mistério. É apenas uma abordagem do design adaptada às empresas e organizações, para gerar soluções inovadoras para os nossos desafios. O workshop será dividido em algumas partes que vão de descoberta até evolução do projeto. Para isso utilizaremos algumas ferramentas para colocar a mão na massa.

5. Boas Práticas em Direitos Humanos para Empreendimentos

Segundo a pesquisa realizada pelo Instituto Norberto Bobbio, 43% das empresas violam os direitos humanos. Entre as principais violações estão atitudes de humilhação, preconceito de raça e gênero. Não é à toda que sempre ouvimos casos como a da loja Maria Filó que, recentemente, foi acusada de racismo por estampar imagens de pessoas escravizadas em suas roupas.

Por isso, esse workshop servirá para você não cair nessas violações. Vamos dar dicas do uso não sexista da linguagem e outras boas práticas em direitos humanos que você poderá executar em seu empreendimento/projeto/negócio

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Monique Evelle

CEO e Fundadora do Desabafo Social

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