Desabafo Social lança projeto na área de Saúde e Assistência

jun 10, 2016
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Plataforma reúne profissionais, serviços da saúde e assistência e usuários destes serviços. 

Reunir informações sobre o Sistema único de Saúde e Sistema Único de Assistência Social, promover ações nos territórios junto com coletivos e organizações, além de estabelecer parceria com profissionais autônomos para trabalhar voluntariamente ou com um valor acessível para pessoas negras, pessoas trans e travestis. Com esses objetivos o Desabafo Social criou a Redes Vivas, plataforma que reúne profissionais, serviços da saúde e assistência e usuários destes serviços, e será lançada no dia 10 de junho, às 16h na ACANNE – Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro, Rua do Sodré, 48, Largo Dois de Julho, Salvador (BA).

rvbrOs atendimentos serão virtualmente por e-mail ou através do chat. Os gestores, profissionais de saúde e instituições/coletivos terão autonomia para realizarem o cadastro e todas informações estarão disponibilizada em um mapa na própria plataforma Redes Vivas.

Gabriel Leal, Diretor de Pontes da Desabafo Social e integrante do Núcleo de Estudos e Formação em saúde (NEFES/FRB),passou o ano de 2015 estudando e propagando os conhecimentos que extrapolam o conceito de saúde como a ausência de doença e a necessidade de um plano ético-político da(o) profissional da saúde e/ou assistência voltado para as(os) usuárias(os) dos serviços. “Em todos os serviços que eu passei, enquanto estagiário, vi a fragilidade da rede tanto da saúde como da assistência. Por isso ações que tentem minimamente reunir as(os) profissionais que estejam lutando contra o sucateamento e os retrocessos é necessário. A Redes Vivas surge com essa premissa, ligar profissionais, serviços e coletivos para assegurar e fortalecer os dispositivos públicos garantidos coletivamente” explica Gabriel.

QUEM GANHA:
  1. Profissionais da área de saúde e assistência: facilidade no serviço, fortalecimento do trabalho, reconhecimento e aumento do atendimento (voluntário ou com valor acessível)
  2. Serviços de saúde e assistência: fortalecimento da rede, recursos humanos para o SUS e SUAS e integralidade na assistência
  3. Usuários destes serviços: maior garantia de universalidade, equidade e integralidade nos serviços.

 

 

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