Alagoas realiza XVIII Seminário Afro

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Aconteceu em Maceió nos dias 17 e 18 de abril o XVIII Seminário Afro Alagoano Ìgbà-Êwe: “Descendências e História Contemporânea dos Meninos Pretos”, promovido pelo Instituto Raízes de Áfricas, com o apoio da Rede Desabafo Social e Juventude Negra Independente de Alagoas.

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O mesmo teve o objetivo de reunir representantes de todos os setores da sociedade a fim de construir  espaços de interlocução entre as  ações institucionalmente afirmativas  e os significados da sociedade civil, como também contribuiu para uma “prestação de contas” relativa  a implantação do Plano Juventude Viva, entrado em vigor  no ano de 2012, em Alagoas, como projeto piloto.

O primeiro dia aconteceu no auditório térreo da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, no bairro do Farol, em Maceió; roda de conversa, mesa redonda, debates produtivos e a apresentação das socioeducandas da Unidade de Internação Feminina do estado marcaram o início do seminário.

A primeira atividade temática, a Roda de Conversa: “Sou jovem, negr@, da periferia e tenho algo a dizer” contou com a contribuição do nosso colaborador alagoano Elias Lourenço, que falou sobre a participação e o protagonismo infanto-juvenil, além de realizar uma breve apresentação sobre os índices de letalidade em seu estado.

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Ocorreu também uma Mesa Redonda, que teve como tema: “Precisamos conversar sobre ações e significados do  Plano Juventude Viva”, e contou com a participação de representantes da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Secretaria Nacional de Juventude, Secretaria Nacional de Direitos Humanos e Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural.

O Programa Juventude Viva tem como objetivo executar ações de prevenção para reduzir a vulnerabilidade de jovens negros a situações de violência física e simbólica, a partir da criação de oportunidades de inclusão social e autonomia para jovens entre 15 e 29 anos (http://juventude.gov.br/juventudeviva#.VTVUJPCYFVg).

As ações do Programa Juventude Viva são divididas em quatro eixos:

Desconstrução da cultura de violência;
Inclusão, emancipação e garantia de direitos;
Transformação dos territórios de vulnerabilidade social;
Aperfeiçoamento institucional para combater o racismo.

Alagoas foi o primeiro estado a receber os investimentos da União, a má notícia é que não houve qualquer tipo de prestação de contas, tampouco ações efetivas e de caráter simbólico de inclusão social.

O segundo e último dia de seminário aconteceu no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), situado também na capital alagoana. Tivemos a Roda de Conversa: “Redução da Maioridade Penal. Vamos Conversar Sobre Isso?”, tema que vem ganhando bastante visibilidade na mídia e dividindo opiniões.

O XVIII Seminário Afro Alagoano Ìgbà-Êwe encerrou deixando um gostinho de quero mais, segundo a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros, em maio teremos mais atividades. E o desabafo estará novamente a disposição contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária.

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