EM DEMOCRATIZAÇÃO!

jan 17, 2014
Gabriel Leal
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17 de janeiro de 2014

A humanidade desde a sua origem formou-se através da diversidade de línguas, valores, tradições sociais, religiosas, políticas. Toda cultura se torna dinâmica, durante o encontro ou confronto com outras, desencadeando o surgimento de novos fatores que resultam o surgimento de novas culturas.

Por conta disso, a dominação cultural transformou-se em uma forma de controle de um povo sobre outro povo. A cultura não pode ser vista como um elemento próprio de um povo, ao contrário do pensamento da sociedade de uma forma geral.

Portanto, fatalmente, por conta de sua própria formação e dinâmica, quando uma cultura entra em confronto com outra, pode gerar o etnocídio, uma sociedade acaba se apropriando dos elementos da outra, se transformando em permanente.

É um desafio para o ser humano aceitar esse processo e respeitar as diferenças. O respeito à diferença está assegurado na Constituição Federal Brasileira de 1988  e na legislação internacional. Mas só o reconhecimento do príncipio não basta, tudo que é visto na constituição deve ser praticado.

Estão inclusas na legislação, leis federais que asseguram o direito dos afro-descendentes, dos índios, das mulheres e da diversidade cultural.

Então, para que haja uma mudança permanente nas formas de relações entre os diferentes povos e seres humanos, é necessário construir uma nova maneira de abordar a diversidade étnica e a diversidade de gênero.

Há vários meios que podem levar essas mudanças para a sociedade de uma forma geral. Escolas e universidades (públicas e privadas), movimentos sociais e  organizações não governamentais são exemplos disso.

Por: Irene Santos, Olinda-PE.

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